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sábado, 8 de janeiro de 2011

Os 9 Mandamentos do Numismata

Hoje voltei a cruzar-me, no decurso das minhas pesquisas, com um texto que já conhecia à bastante tempo. Pela sua importância, não posso deixar de o reproduzir e partilhar convosco, para a reflexão de todos aqueles que gostam da numismática.

"Escreveu um dos nossos maiores mestres do Direito Administrativo: "Quem diz História diz conhecimento dos factos humanos ocorridos no passado" (...) Mas, para podermos fazer uma ideia quanto possível exacta da vida social numa determinada época passada, precisamos de ter "mentalidade histórica". Chamo mentalidade histórica à capaciodade para nos desprendermos das circunstâncias, dos preconceitos e do modo de ver dos nossos dias, de cada vez que quisermos estudar uma época passada. (...) A mentalidade histórica exige o sentido da relatividade, isto é, a integração de cada elemento de uma época no conjunto das ideias, dos factos e das instituições dessa época, no que se pode chamar o "espírito da época".

Daí que, sendo a História da Numismática uma "disciplina histórica", o numismata tenha de pesquisar a evolução da numária de um povo, no conjunto dos factos desse povo ou da região envolvente, pois que essa evolução não se produziu "ad-hoc", antes respondeu às necessidades exigidas pela comunidade e resolvidas pelos governantes.

Mas, para isso, o numismata investigador, dado o carácter específico e técnico do campo em que avança nos seus trabalhos, tem de reunir várias qualidades que andam inerentes a qualquer historiador e que não resisto em fazer uma pequena sintese, tal como o referido Mestre apresenta, com desenvolvimento, na referida obra:

- CURIOSIDADE: apetência de progredir no conhecimento.
- PACIÊNCIA: conceder o tempo exigível à pesquisa.
- TENACIDADE: capacidade de persistência, perante as difilcudades.
- IMAGINAÇÃO: faculdade de reconstituição do passado, face às fontes coevas.
- BOM SENSO: cuidado nas soluções propostas.
- ESPÍRITO CRÍTICO: poder de opção entre o verdadeiro e o falso.
- PROBIDADE: cautela em não afirmar certezas que não passem de presunções.
- HONESTIDADE: não dar citações, como obra sua.
- HUMILDADE: reconhecer as suas limitações.
"

VITAL, Nestor R. Oliveira Fatia, in "Panorama Geo-Histórico e Numismático da Alta Idade Média Ibérica Ocidental (Séculos C a XI)" http://www.csarmento.uminho.pt/docs/ndat/rg/RG093_10.pdf

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Em análise – Banco Alimentar Contra Fome

Os Bancos Alimentares são Instituições Particulares de Solidariedade Social que lutam contra o desperdício de produtos alimentares encaminhando-os para distribuição gratuita às pessoas carenciadas. A acção dos Bancos Alimentares assenta na gratuitidade, na dádiva, na partilha, no voluntariado e no mecenato.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Em análise - Mundial 2010

A primeira impressão que esta moeda nos transmite é a de falta de imaginação, uma vez que os motivos do anverso e do reverso são idênticos.

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domingo, 23 de maio de 2010

Como detectar moedas de Euro falsas

As moedas genuínas são produzidas nas casas da moeda com base na utilização de máquinas construídas especificamente para o efeito, em que o elevado nível tecnológico e as rigorosas especificações asseguram a produção contínua de moedas de elevada qualidade e com características distintivas. Se uma moeda não tiver qualquer destas características, pode considerar-se suspeita e requererá uma análise mais aprofundada. Para analisar uma moeda, não há necessidade de utilizar equipamentos sofisticados: é apenas necessário um íman, uma lupa e uma folha de papel.

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

O peso das moedas e o seu valor intrínseco

À partida, o peso parece ser um elemento de somenos importância nas características de uma moeda. Mas é o peso que nos indica o valor intrínseco das moedas e é um dos elementos chave para verificarmos se uma moeda é falsa.

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domingo, 16 de maio de 2010

Curso legal e poder liberatório

moedas de euro
O curso legal das moedas significa que estas têm a capacidade de ser utilizadas como meio de pagamento num dado espaço territorial, tornando-se obrigatória a sua aceitação pelo valor nominal. O poder liberatório é a capacidade que a moeda têm para solver débitos e, de um modo geral, realizar pagamentos.

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Moedas de cunhagem especial

Para além das moedas de cunhagem normal, como são as moedas de circulação corrente - os euros e as moedas comemorativas - existe um outro tipo de cunhagem com acabamento especial que é produzido e comercializado pala Casa da Moeda portuguesa.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Moedas comemorativas de 2 euros

Uma vez por ano, cada um dos países da área do euro pode emitir uma moeda comemorativa de €2. As moedas comemorativas têm os mesmos elementos e propriedades, bem como a mesma face comum que as moedas de €2 normais. O que as distingue é o desenho comemorativo exibido na face nacional.

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sábado, 8 de maio de 2010

Euro - o novo desenho nas faces comuns

Na sequência do alargamento da União Europeia de 15 para 25 Estados-Membros em Maio de 2004, foi deliberada a alteração do desenho das faces comuns das moedas de 10, 20 e 50 cêntimos e de 1 e 2 euros. O novo desenho contempla o mapa da União Europeia com os novos países que aderiram em 2004 - Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa.

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Euros de prova - moedas de fantasia

O que em princípio foi uma forma de demonstrar aos britânicos, dinamarqueses e suecos como poderia ser o lado nacional das suas moedas de euro depressa se converteu numa fonte contínua de novos euros de prova e num negócio lucrativo.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Técnicas de detecção de moedas de euro suspeitas

As moedas de euro são produzidas com rigorosas especificações técnicas e incorporam características de alta segurança sendo, no entanto, objecto de uma indesejável atenção por parte dos contrafactores.

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domingo, 2 de maio de 2010

O escudo nacional

Um dos elementos que surgem sempre nas moedas é o escudo nacional. Fazendo parte do Brasão de Armas de Portugal, o escudo nacional pode ser descrito heraldicamente assim: de prata, com cinco escudetes de azul, postos em cruz, cada um carregado por cinco besantes de prata, postos em aspa; bordadura de vermelho carregada de sete castelos de ouro; o escudo sobreposto a uma esfera armilar.

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

7 maneiras de estragar as suas moedas

As sete melhores maneiras de estragar as suas moedas são coisas que muitos coleccionadores principiantes fazem, mesmo sem pensar nelas. Se se preocupa em proteger o investimento que está a fazer na sua colecção de moedas, aprenda a maneira correcta de manusear, armazenar e proteger suas moedas.

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Em análise - o Justo de D. João II

De facto, as imagens publicadas da moeda o Justo de D. João II não lhe fazem a devida justiça. Só na sua presença é que podemos apreciar a sua beleza. Quando se pega nesta moeda pela primeira vez, o que salta imediatamente à vista é o seu espelhado, como se a moeda estivesse cromada, o que lhe dá um ar algo artificial. Se fosse cunhada em prata teria certamente um ar mais natural.

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terça-feira, 27 de abril de 2010

O Busto

São várias as posições em que um busto aparece representado nas moedas e, por vezes, pode surgir a dúvida em como descrevê-las. A descrição da posição de um busto deve ser feita tendo por base a perspectiva do observador. Quando olhamos para a moeda, se o busto estiver virado para a nossa esquerda, então diz-se que está voltado para a esquerda; se estiver voltado para a nossa direita, diz que está voltado para a direita. Existem ainda outras posições para além destas. Aqui fica uma explicação simples de como deve ser interpretada correctamente a posição do busto ou efígie nas moedas.

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domingo, 25 de abril de 2010

As moedas de Portugal

Em quase nove séculos de história, Portugal teve quatro unidades monetárias: o Dinheiro, o Real, o Escudo e, actualmente, o Euro. A primeira unidade monetária portuguesa foi o Dinheiro, que correspondia a 12 soldos, e circulou desde D. Afonso Henriques até D. Fernando I. O Real foi a segunda unidade monetária de Portugal circulando desde cerca de 1430 até 1911. Substituiu o Dinheiro à taxa de 1 Real = 840 dinheiros e foi substituído pelo Escudo, como resultado da revolução republicana de 1910, a uma taxa de 1 Escudo = 1000 reais. O Escudo, por sua vez, deu lugar ao Euro, em 2002, a uma taxa de 1 Euro = 200,482 escudos.

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Elementos de segurança do Euro

As moedas de euro têm características de alta segurança identificáveis por máquinas e por utilizadores. Para observar este elemento de segurança será necessário recorrer a um instrumento de análise muito simples – um pequeno íman.

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bordo e Rebordo

Estes termos podem parecer sinónimos mas estabeleceu-se uma distinção entre eles. O rebordo é o limite extremo da orla, é ligeiramente mais alto que as figuras e legendas, para impedir o seu desgaste rápido. Desempenha um papel importante nas moedas modernas por permitir que seja mais fácil empilhá-las.

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Anverso vs Reverso

Nas moedas antigas era mais fácil identificar cada um dos lados de uma moeda uma vez que o anverso é onde de encontra o busto do rei ("cara") . Hoje em dia, as moedas já não ostentam retratos e muita gente têm dificuldade em identificar correctamente cada um dos lados de uma moeda.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

O que é uma colecção completa ?

A conclusão de uma colecção de moedas depende da perspectiva e da opção do coleccionador. Antigamente, os coleccionadores interessavam-se apenas em coleccionar por data. Portanto, para completar uma colecção tinham de incluir uma moeda cunhada em cada ano.

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